Fonte: Erbol

O presidente da YPFB, Sebastián Daroca, reconheceu a possibilidade de que, no próximo ano, a Bolívia tenha que importar Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para abastecer seu mercado interno, embora estejam sendo adotadas medidas para fortalecer a produção nacional.

“Obviamente, neste ano não vemos a necessidade de importar, mas possivelmente no próximo ano, em função dessas avaliações, teremos que fazê-lo”, afirmou Daroca na terça-feira, durante o programa La Mañana en Directo, da ERBOL.

A possibilidade de importar GLP já havia sido alertada por instituições como a Fundação Jubileo, devido a fatores como a queda na produção de gás (considerando que o GLP é um subproduto) e o contrabando, em razão do preço subsidiado praticado no país.

Daroca explicou que há planos para importar petróleo bruto e refiná-lo no país, o que também resultaria em um aumento da produção de GLP.

Segundo ele, esses fatores estão sendo avaliados conjuntamente para analisar a capacidade de produção em relação ao crescimento da demanda.

Fonte: Erbol