Fonte: eju!
O ex-ministro de Hidrocarbonetos advertiu que um botijão de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) pode chegar a custar cerca de Bs 130 sem subsídio estatal, considerando o preço internacional e os custos.
O ex-ministro de Hidrocarbonetos Ríos sugere direcionar o subsídio ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) aos setores que realmente necessitam do benefício, permitindo que o combustível seja comercializado ao preço do mercado internacional, que pode superar Bs 100.
“Por que temos de subsidiar uma família que vive em La Rinconada ou na zona sul de La Paz e possui uma casa de 4 milhões de dólares? Continuamos financiando essa família”, afirmou.
Ríos propôs a transferência de recursos para que as famílias vulneráveis possam cobrir parte do preço por meio de uma espécie de auxílio.
“Portanto, é preciso focalizar o subsídio ao GLP. Podemos facilmente copiar o modelo do Peru ou do Brasil”, declarou em entrevista ao programa Que No Me Pierda, da rede UNO.
O ex-ministro de Hidrocarbonetos advertiu que um botijão de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) pode chegar a custar cerca de Bs 130 sem subsídio estatal, considerando o preço internacional e os custos associados à importação.
Atualmente, na Bolívia, o botijão é comercializado por Bs 22,50, preço mantido graças ao subsídio. No entanto, Ríos alertou que o cenário é mais complexo, pois a Bolívia começou a registrar déficit na produção de GLP.
“Um botijão deveria estar custando aproximadamente 130 bolivianos, ou seja, quase 100 bolivianos a mais do que custa atualmente”, afirmou.
Na sua avaliação, se o Governo não adotar uma medida nesse sentido, o cenário poderá se agravar, pois as importações de produtos energéticos crescerão a cada ano.
Fonte: eju!
