“Não há clareza sobre o esquema de importações de GLP da Venezuela”, afirmou Alejandro Martínez, presidente da GASNOVA, uma das câmaras empresariais da Colômbia, à imprensa desse país.

O dirigente assinalou que “veríamos com bons olhos importações da Venezuela, desde que sejam feitas de maneira transparente, ordenada e em conformidade com a regulamentação. Isso poderia reduzir custos logísticos em comparação com importações de mercados como Houston, mas é necessária clareza”.

No entanto, ele questionou que as importações da Venezuela “foram conhecidas por meio da imprensa (informando) que entraram caminhões com produto e que as exportações começaram, mas não se sabe quem importou, em que quantidades, a que preços nem sob quais condições regulatórias”.

E acrescentou que “também não está claro se estão sendo cumpridas normas internacionais, como as restrições da OFAC, nem se estão sendo utilizados os mecanismos formais de distribuição na Colômbia”.

E, olhando para o futuro, Martínez advertiu que “há dúvidas sobre a sustentabilidade dessas exportações, considerando que a Venezuela mal conseguiu abastecer sua demanda interna em 2024”.

Fonte: AmericaGLP